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Benfica conquista campeonato de futsal
O Benfica conquistou o bicampeonato português de futsal no quinto e derradeiro jogo da final da prova, em mais um enorme dérbi lisboeta frente ao Sporting, decidido por 4-3 e concluído com invasão da quadra.
No Pavilhão Fidelidade, em Lisboa, Léo Gugiel (7 minutos), André Coelho (7), Silvestre Ferreira (27) e Kutchy (31, de penálti) apontaram os tentos do Benfica, ao passo que Tomás Paçó (15 e 27) e Diogo Santos (26) marcaram a favor do Sporting.
As ‘águias’ cimentaram a ‘reviravolta’ na hegemonia do futsal nacional com nova conquista frente ao ‘eterno’ rival, alcançando o 10.º título do seu historial e um ‘bi’ que não conseguia desde 2007/08, face a um Sporting que lidera, com 19 troféus.
Num ambiente digno de autêntica ‘finalíssima’, Benfica e Sporting responderam como melhor sabem, a entregar um ritmo frenético, mas com sinal mais por parte dos ‘encarnados’, que se meteram na frente com dois grandes golos consecutivos.
Aos sete minutos, o guarda-redes Léo Gugiel subiu na quadra pela direita e atirou potente, ao ângulo contrário, sem hipóteses para Bernardo Paçó, o mesmo tendo feito André Coelho na jogada seguinte, ao rematar colocadíssimo em zona frontal.
Kutchy e Afonso Jesus falharam o terceiro e Tomás Paçó ficou muito perto do golo por duas vezes, ao ser impedido por André Coelho e Diogo Carrera, na sexta falta das ‘águias’, mas o fixo conseguiu mesmo reduzir aos 15, em boa jogada coletiva.
O Sporting foi melhorando progressivamente e ainda ia esbarrando em Léo Gugiel, mas, já na segunda parte, Diogo Santos aproveitou o corte falhado de Higor, para, à mercê da baliza, igualar o jogo, iniciando uma série de golos de ‘parada e resposta’.
Aos 27, apenas no minuto seguinte, Pany Varela não desistiu de uma jogada e deu a Diego Nunes, que atirou de primeira para a defesa incompleta de Bernardo Paçó, aproveitada de forma oportuna por Silvestre Ferreira, no sítio certo e à hora certa.
Tomás Paçó voltou a ripostar num ápice, empatando novamente o jogo ao receber e rodar para finalizar com êxito, numa fase em que o equilíbrio era nota dominante e o troféu não encontrava ‘dono’ definitivo, fazendo justiça à luta durante a época.
No entanto, uma grande penalidade, aos 31, acabou por ditar diferenças e Kutchy não vacilou perante Bernardo Paçó, levando o Sporting a arriscar tudo, com Tomás Paçó a ser expulso perto do final, que chegaria com invasão de adeptos à quadra.
Jogo realizado no Pavilhão Fidelidade, em Lisboa.
Benfica – Sporting, 4-3.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores:
1-0, Léo Gugiel, 07 minutos.
2-0, André Coelho, 07.
2-1, Tomás Paçó, 15.
2-2, Diogo Santos, 26.
3-2, Silvestre Ferreira, 27.
3-3, Tomás Paçó, 27.
4-3, Kutchy, 31 (grande penalidade).
Equipas:
- Benfica: Léo Gugiel, Silvestre Ferreira, Kutchy, Arthur e Carlos Monteiro. Jogaram ainda, Jacaré, Afonso Jesus, Lúcio Rocha, Higor, André Coelho, Diego Nunes, Pany Varela e Diogo Carrera.
Treinador: Cassiano Klein.
- Sporting: Bernardo Paçó, Tomás Paçó, Alex Merlim, Pauleta e Diogo Santos. Jogaram ainda, Rocha, Wesley, Felipe Valério, Bruno Pinto, Allan Guilherme e Bruno Maior.
Treinador: Nuno Dias.
Árbitros: Rúben Santos (AF Porto) e Filipe Duarte (AF Lisboa).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Alex Merlim (30), Carlos Monteiro (30) e Tomás Paçó (32). Cartão vermelho direto para Tomás Paçó (40).
Assistência: Cerca de 2.250 espectadores.
As ‘águias’ cimentaram a ‘reviravolta’ na hegemonia do futsal nacional com nova conquista frente ao ‘eterno’ rival, alcançando o 10.º título do seu historial e um ‘bi’ que não conseguia desde 2007/08, face a um Sporting que lidera, com 19 troféus.
Num ambiente digno de autêntica ‘finalíssima’, Benfica e Sporting responderam como melhor sabem, a entregar um ritmo frenético, mas com sinal mais por parte dos ‘encarnados’, que se meteram na frente com dois grandes golos consecutivos.
Aos sete minutos, o guarda-redes Léo Gugiel subiu na quadra pela direita e atirou potente, ao ângulo contrário, sem hipóteses para Bernardo Paçó, o mesmo tendo feito André Coelho na jogada seguinte, ao rematar colocadíssimo em zona frontal.
Kutchy e Afonso Jesus falharam o terceiro e Tomás Paçó ficou muito perto do golo por duas vezes, ao ser impedido por André Coelho e Diogo Carrera, na sexta falta das ‘águias’, mas o fixo conseguiu mesmo reduzir aos 15, em boa jogada coletiva.
O Sporting foi melhorando progressivamente e ainda ia esbarrando em Léo Gugiel, mas, já na segunda parte, Diogo Santos aproveitou o corte falhado de Higor, para, à mercê da baliza, igualar o jogo, iniciando uma série de golos de ‘parada e resposta’.
Aos 27, apenas no minuto seguinte, Pany Varela não desistiu de uma jogada e deu a Diego Nunes, que atirou de primeira para a defesa incompleta de Bernardo Paçó, aproveitada de forma oportuna por Silvestre Ferreira, no sítio certo e à hora certa.
Tomás Paçó voltou a ripostar num ápice, empatando novamente o jogo ao receber e rodar para finalizar com êxito, numa fase em que o equilíbrio era nota dominante e o troféu não encontrava ‘dono’ definitivo, fazendo justiça à luta durante a época.
No entanto, uma grande penalidade, aos 31, acabou por ditar diferenças e Kutchy não vacilou perante Bernardo Paçó, levando o Sporting a arriscar tudo, com Tomás Paçó a ser expulso perto do final, que chegaria com invasão de adeptos à quadra.
Jogo realizado no Pavilhão Fidelidade, em Lisboa.
Benfica – Sporting, 4-3.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores:
1-0, Léo Gugiel, 07 minutos.
2-0, André Coelho, 07.
2-1, Tomás Paçó, 15.
2-2, Diogo Santos, 26.
3-2, Silvestre Ferreira, 27.
3-3, Tomás Paçó, 27.
4-3, Kutchy, 31 (grande penalidade).
Equipas:
- Benfica: Léo Gugiel, Silvestre Ferreira, Kutchy, Arthur e Carlos Monteiro. Jogaram ainda, Jacaré, Afonso Jesus, Lúcio Rocha, Higor, André Coelho, Diego Nunes, Pany Varela e Diogo Carrera.
Treinador: Cassiano Klein.
- Sporting: Bernardo Paçó, Tomás Paçó, Alex Merlim, Pauleta e Diogo Santos. Jogaram ainda, Rocha, Wesley, Felipe Valério, Bruno Pinto, Allan Guilherme e Bruno Maior.
Treinador: Nuno Dias.
Árbitros: Rúben Santos (AF Porto) e Filipe Duarte (AF Lisboa).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Alex Merlim (30), Carlos Monteiro (30) e Tomás Paçó (32). Cartão vermelho direto para Tomás Paçó (40).
Assistência: Cerca de 2.250 espectadores.
(Com Lusa)